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Os Melhores Museus para Visitar em Lisboa

Lisboa possui inúmeras opções de Museus que contam a sua rica história.

Os Melhores Museus para Visitar em Lisboa

A cidade de Lisboa possui mais de 70 museus que contam a sua rica história. Do museu dos Coches ao imponente Museu da Marinha, localizado no imponente Mosteiro dos Jerónimos, que conta um pouco da história dos navegadores portugueses. Listamos 10 museus que são visitas obrigatórias na sua viagem a Lisboa.

Museu Nacional de Arte Antiga

Museu Nacional de Arte Antiga O Museu Nacional de Arte Antiga é o mais importante museu de arte dos séculos XII a XIX em Portugal, ao acolher a mais relevante coleção pública de arte antiga do país.[2] As suas colecções — cerca de 40 000 peças — incluem pintura, escultura, desenho e artes decorativas europeias e, também, colecções de arte asiática (Índia, China, Japão, etc.) e africana (marfins afro-portugueses) representativas das relações que se estabeleceram entre a Europa e o Oriente na sequência das viagens dos descobrimentos - iniciadas no século XV e de que Portugal foi nação pioneira. O museu encontra-se localizado num palácio dos finais do século XVII, mandado construir por D. Francisco de Távora, primeiro conde de Alvor. O Palácio é conhecido como Palácio de Alvor-Pombal pois, em 1759, após o Processo dos Távoras, o edifício foi adquirido em leilão por Paulo de Carvalho e Mendonça, irmão de Marquês de Pombal que, por morte do primeiro, passou a ser proprietário do palácio. Em 1879 o palácio foi alugado, e posteriormente adquirido, pelo Estado português para nele instalar o Museu Nacional de Bellas Artes e Arqueologia, inaugurado oficialmente em 11 de maio de 1884.

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Museu Nacional dos Coches

Museu Nacional dos Coches O Museu Nacional dos Coches possui a mais importante colecção, a nível mundial, de coches e carruagens reais do século XVI ao século XIX. O museu foi criado, em 1905, no antigo Picadeiro do Palácio Real de Belém, em Lisboa e é hoje constituído por dois edifícios: o antigo Picadeiro do Palácio de Belém (Praça Afonso de Albuquerque) e o novo edifício, em frente (Av. da Índia), inaugurado em 2015. O museu reúne uma colecção única no mundo, de cerca de 9 000 objectos, que inclui predominantemente viaturas de gala ou de aparato, algumas de viagem e de passeio, dos séculos XVI a XIX, e acessórios de cavalaria. Tem sido o museu nacional mais visitado de Portugal, com 332.106 visitantes em 2017. O novo edifício, que guarda a maior parte das colecções, é um protejo de Paulo Mendes da Rocha (prémio Pritzker 2006) em consórcio com o atelier Ricardo Bak Gordon e Engenheiro Rui Furtado. O “Museu dos Coches Reaes” foi criado a 23 de maio de 1905, por iniciativa de D. Amélia de Orléans e Bragança, mulher do rei D. Carlos I, com a finalidade de reunir, salvaguardar e apresentar ao público um importante acervo de viaturas pertencentes à Casa Real.

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Museu Calouste Gulbenkian - Fundação Calouste Gulbenkian

Museu Calouste Gulbenkian - Fundação Calouste Gulbenkian O Museu Calouste Gulbenkian está inserido no conjunto que integra o Edifício-sede e parque da Fundação Calouste Gulbenkian (Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa). O projeto do edifício é da autoria dos arquitetos Alberto Pessoa, Pedro Cid e Ruy de Athouguia. A sua colecção é composta por aproximadamente seis mil peças de arte antiga e moderna, das quais apenas mil e trinta se encontram expostas ao público. O museu abriu as suas portas em Outubro de 1969, dando seguimento às disposições testamentárias de Calouste Sarkis Gulbenkian, industrial de origem arménia, fixado em Portugal em meados do século XX, e que ao longo da sua vida reuniu uma vasta colecção de arte. As peças da exposição permanente encontram-se expostas de forma a constituir dois circuitos independentes. O primeiro é dedicado à Arte Oriental e Clássica, com peças de arte egípcia, greco-romana, arte islâmica, arte da China e arte do Japão. O outro circuito é dedicado à Arte Europeia, com peças cronologicamente situadas num período que se inicia no século XI e termina no século XX. Este circuito possui núcleos dedicados à arte do livro, artes decorativas, escultura e pintura. No tocante a este último núcleo, salientem-se os trabalhos de artistas como Rogier van der Weyden, Stefan Lochner, Dirck Bouts, Domenico Ghirlandaio, Giambattista Moroni, Peter Paul Rubens, Frans Hals, Rembrandt, Jacob van Ruisdael, Nicolas de Largillière, Jean-Marc Nattier, François Boucher, Maurice Quentin de La Tour, Francesco Guardi, Thomas Gainsborough, Jean-Honoré Fragonard, Hubert Robert, Nicolas-Bernard Lépicié, Thomas Lawrence, William Turner, Jean-Baptiste Camille Corot, Jean-François Millet, Édouard Manet, Edward Burne-Jones, Edgar Degas, Henri Fantin-Latour, Claude Monet, Pierre-Auguste Renoir e Henri Rousseau.[2] Na coleção de escultura encontram-se obras de Jean de Liége, Antonio Rossellino, Andrea della Robbia, François Duquesnoy, Filippo Parodi, John Michael Rysbrack, Jean-Baptiste Lemoyne, Jean-Baptiste Pigalle, Jean-Jacques Caffieri, Jean-Antoine Houdon, Antonio Canova, Antoine-Louis Barye, Jean-Baptiste Carpeaux, Jules Dalou, Auguste Rodin, Denys Puech e Alfred Jannio.

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Museu de Marinha (MM)

O Museu de Marinha (MM) é um museu situado na freguesia portuguesa de Santa Maria de Belém, no concelho de Lisboa, mais precisamente, na ala oeste do Mosteiro dos Jerónimos. É um dos mais importantes, reconhecidos e visitados de Portugal. É um dos equipamentos culturais da Comissão Cultural de Marinha. O Museu ocupa uma área total de cerca de 50 mil metros quadrados, dedicando 16.050 metros quadrados à exposição permanente. O espólio é constituído por mais de 20.000 peças museológicas, estando expostas apenas seis mil. O acervo do museu é constituído por modelos de Galés, embarcações fluviais e costeiras e navios desde os Descobrimentos até ao século XIX. Também possui uma vasta colecção de armas e fardamentos, instrumentos de navegação e cartas marítimas. O Museu inclui um centro de documentação com 14.500 obras, um arquivo de imagem, que reúne, aproximadamente, 120 mil imagens, e um arquivo de desenhos e planos com mais de 1.500 documentos de navios portugueses antigos.

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Museu Coleção Berardo

O Museu Coleção Berardo é uma instituição museológica de referência em Lisboa. Foi inaugurado em 25 de Junho de 2007 e acolhe exposições temporárias e uma coleção permanente (Colecção Berardo), representativa da arte moderna e contemporânea, nacional e internacional. A Fundação de Arte Moderna e Contemporânea – Coleção Berardo (Decreto-lei 164/2006 de 9 de Agosto) foi criada a 9 de Agosto de 2006; é esta instituição que gere e organiza o Museu Coleção Berardo de Arte Moderna e Contemporânea, presentemente instalado no Centro Cultural de Belém. O seu acervo inicial (2007), era composto

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Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia

O Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) é um museu de arte contemporânea em Lisboa, Portugal que cruza três áreas num espaço de debate, de descoberta, de pensamento crítico e de diálogo internacional. Está situado na zona de Belém, junto a rio Tejo, em terrenos conquistados por Lisboa ao rio Tejo, no final do século XIX, numa das zonas de maior monumentalidade histórica da cidade onde podemos encontrar, entre outros, o Mosteiro dos Jerónimos, o Centro Cultural de Belém, a Torre de Belém, o Padrão dos Descobrimentos, o Palácio e Museu da Presidência da República Portuguesa, ou a Cordoaria Nacional. Edifício classificado de Imóvel de Interesse Público,[1] é constituído por dois pólos: a antiga Central Tejo e o Novo Edifício. A Central Tejo foi inaugurada em 1990, como Museu da Electricidade, com o reaproveitamento de uma antiga central de produção de energia eléctrica e novo edifício (da autoria da arquitecta britânica Amanda Levete) em outubro de 2016..O MAAT ocupa uma área de 38 mil metros quadrados e é parte integrante da Fundação EDP que pertence ao Grupo EDP - Energias de Portugal, SA. Os dois edifícios são unidos por um jardim pensado pelo arquitecto paisagista Vladimir Djurovic.

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Museu Nacional de História Natural e da Ciência

Museu Nacional de História Natural e da Ciência Tipo História Natural Ciência/Botânica Local histórico Diretor José Pedro Dias Website http://www.museus.ulisboa.pt/ Geografia País Portugal Portugal Cidade Lisboa Localidade Rua da Escola Politécnica 56/58 O Museu Nacional de História Natural e da Ciência / Museus da Universidade de Lisboa (MUHNAC / MULisboa) é um organismo da Universidade de Lisboa que tem como missão promover a curiosidade e a compreensão pública sobre a natureza e a ciência, através da valorização das suas colecções e do património universitário, da investigação, da realização de exposições, conferências e outras acções de carácter científico, educativo, cultural e de lazer. O Museu inclui as secções de história e cultura material da ciência, zoologia, antropologia, mineralogia e paleontologia. O seu espólio, do foro científico-cultural, é o resultado em grande parte da investigação do próprio museu, e de diversas expedições científicas para além das doações. É um local privilegiado para investigadores de todas as nacionalidades, que com o estudo do património científico preservado, permite o desenvolvimento de teses de licenciatura, mestrado e doutoramento. O Museu Nacional de História Natural e da Ciência também produz ou acolhe exposições permanentes e temporárias, é ainda sede de conferências, debates, promove cursos de formação bem como um variado tipo de eventos tendo sempre como objetivo a divulgação científica, cultural e artística. O Museu conta também com uma forte vertente ligada às Artes Plásticas, tendo durante 25 anos exposições na Sala do Veado. Actualmente, conta com exposições de arte contemporanea em outros locais das suas instalações, como por exemplo a antiga loja, atrio ou laboratórios. Já contou com artistas como, Sofia Areal, Jorge Molder, Miguel Branco, Ana Vidigal, Joana Vasconcelos, Alexandre Estrela, entre outros.

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Museu Arquelógico do Carmo

O Museu foi fundado em 1864 pelo primeiro presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses, Joaquim Possidónio Narciso da Silva (1806-1896). O seu objetivo maior era o de salvaguardar o património nacional que estava a delapidar-se e deteriorar-se em consequência da extinção das Ordens Religiosas e dos inúmeros estragos sofridos durante as invasões francesas e as guerras liberais. Possidónio da Silva reuniu inúmeros fragmentos de arquitetura e de escultura, bem como munumentos funerários de grande relevo artístico, painéis de azulejos, pedras de armas e outros itens de diferentes características. Destinado a ser um "museu vivo", onde os visitantes pudessem conhecer as técnicas arquitetónicas e artísticas, o Museu desde cedo pode contar com uma biblioteca que ainda hoje se conserva, exposta em parte, numa das salas do Museu. Nos finais do século XIX, o conde de São Januário, também presidente da Associação, ofereceu ao Museu parte da sua coleção particular de cerâmicas pré-colombianas, e duas múmias do mesmo período. Essa coleção "exótica" constitui hoje um dos principais atrativos do Museu, na medida em que é o único museu português, e um dos poucos da Europa, a possuir duas múmias em exposição permanente.

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Museu Nacional do Azulejo

O Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, é um dos mais importantes museus de Portugal, pela sua colecção singular, dedicada ao azulejo, expressão artística diferenciadora da cultura portuguesa, e pelo edifício ímpar em que se encontra instalado, o antigo Convento da Madre de Deus, fundado em 1509 pela rainha D. Leonor (1458-1525). No acervo, destaque para um painel de azulejos representa uma panorâmica de Lisboa antes do terramoto de 1755.

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Museu do Fado

O Museu do Fado foi inaugurado a 25 de Setembro de 1998 e é um museu consagrado ao universo do fado e da guitarra. O museu localiza-se no bairro de Alfama em Lisboa, Portugal. Este espaço cultural conta com uma exposição permanente, um espaço de exposições temporárias, um centro de documentação, uma loja temática, um auditório, um restaurante e a Escola do Museu, onde são ministrados cursos de guitarra portuguesa e de viola de Fado, e onde é possível frequentar um seminário para letristas. A Escola disponibiliza igualmente um gabinete de ensaios para intérpretes. Desde 2016 os museu disponibiliza, através da Internet, um Arquivo Sonoro Digital com acesso a milhares de registos sonoros desde o início do século XX, via pesquisa por intérprete e repertório.

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